Dia Internacional da Mulher e a importância dos exames de rotina

Prelo Comunicação

Dia Internacional da Mulher e a importância dos exames de rotina

 

 

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Um dia marcado por flores, chocolates e felicitações. O Dia Internacional da Mulher é comemorado anualmente em 8 de março e é sinônimo, também, de lutas diárias para serem valorizadas e reconhecidas no mercado de trabalho, conseguirem ser multitarefas, lutar diariamente contra a violência doméstica, obstétrica e feminicídio. A data foi oficializada pela  Organização das Nações Unidas (ONU)  em 1975.

 

Entretanto, segundo a  Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (febrasgo) ,aproximadamente 5,6 milhões de mulheres não vão ao ginecologista frequentemente e outras 16,2 milhões não passam por consulta há mais de um ano. A pesquisa foi realizada em novembro de 2018, em 129 municípios de todas as regiões do país. Foram entrevistadas 1.089 mulheres.

 

Segundo a ginecologista e obstetra do Hospital Santa Genoveva, Eliane Espíndola, possuir inúmeras atribuições não é tarefa fácil, mas, também, não deve ser desculpa para abrir  mão dos cuidados com a saúde. “Com a expectativa de vida aumentando a cada ano, pensamos muito em qualidade de vida. Cuidar da saúde é de extrema importância para que acrescentemos vida aos anos e não necessariamente, apenas anos de vida. Precisamos cuidar do bem estar físico e emocional para conseguir levar as atividades do cotidiano com mais satisfação e prazer”, afirma.

 

“As mulheres devem ter uma relação de proximidade com os ginecologistas, já que somos nós que abordamos vários aspectos importantes para a manutenção da saúde feminina de maneira preventiva, podendo tratar alguns problemas que possam aparecer. Somos os parceiros de vida”, completa a médica.

 

Espíndola acredita que a idade para começar a frequentar o ginecologista pode variar. Segundo a médica, uma criança pode precisar consultar com o especialista, caso apresente algum problema de saúde e/ou anatômico que tenha sido detectado pela mãe e/ou pediatra, mas é de extrema importância que essa relação mais próxima comece no início da puberdade, quando o profissional poderá conversar sobre prevenção e orientação de cuidados da saúde de maneira geral.

 

 

 

 

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